“Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele
que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” (Romanos 14:22). Por
muito tempo nós que fizemos parte do sistema religioso vivemos presos em
um labirinto chamado condenação. Tudo o que queríamos fazer trazia-nos
certo desconforto, pois não sabíamos se aquilo era permitido pelo “líder
espiritual” ou se seríamos julgados pelo “irmãozinho” da igreja. No
texto bíblico citado, Paulo deixa claro que FELIZ É AQUELE QUE NÃO SE
CONDENA. E, hoje, podemos viver esta plena felicidade, pois a Graça de
Deus traz a liberdade ao invés do senso de reprovação. Na religião
éramos tratados como crianças (que não sabem bem o que devem praticar e
que precisam de um aio para ser guiadas perante o que pode e o que não
pode fazer). Mas, agora em Graça, somos adultos espirituais, plenos no
conhecimento e livres para fazer o que queremos, pois estamos certos que
tudo gera um resultado, e somos capazes de discernir o bem do mal.
E quando estamos realmente com o espírito ativado
optamos por fazer as coisas boas que trazem um bom testemunho e boas
consequências. É por isso que não devemos nos condenar a nós mesmos,
pois sabemos qual caminho devemos trilhar. E embora haja tantos a serem
seguidos, o Espírito de Deus que habita dentro de nós nos guia sempre
pelas veredas corretas em direção ao alvo.
A graça de Deus permite vivermos, sem condenação, as maravilhas que o Senhor preparou para os Seus, pois a revelação que veio a nós nos fez livres de todo império da morte e condenação. Hoje, sim, temos plena confiança de que vivemos reinando em vida por intermédio da Sua Palavra que nos edificou e nos fez bem-aventurados.
“A vos renovar no espírito da vossa mente.” (Efésios 4:23)
A graça de Deus permite vivermos, sem condenação, as maravilhas que o Senhor preparou para os Seus, pois a revelação que veio a nós nos fez livres de todo império da morte e condenação. Hoje, sim, temos plena confiança de que vivemos reinando em vida por intermédio da Sua Palavra que nos edificou e nos fez bem-aventurados.
“A vos renovar no espírito da vossa mente.” (Efésios 4:23)
É fato incontestável que a esmagadora maioria do povo de Deus espalhado
pelo mundo está com a sua mente envolvida totalmente pela Antiga
Aliança. Rituais como “batismo de João” (que não passa de um subproduto
das lavagens judaicas – abluções), jejuns, guardar sábados, “Ceia do
Senhor” (que nada mais é do que uma reedição dos rituais judaicos
conhecidos como Páscoa e Festa dos Pães Ázimos – que Jesus fez pela
última vez antes de ir à cruz e que a igreja dos coríntios insistia em
imitar), a teimosia de crer em um diabo espiritual (comumente conhecido
como “Lúcifer”), entre outras influências da antiga e defeituosa aliança
que antecedeu a morte de Cristo ainda fazem parte do cotidiano daqueles
que se dizem filhos/servos de Deus atualmente.
Apesar do acordo que foi feito entre Paulo e os demais apóstolos (Gálatas 2:7-9), as igrejas – inclusive as que eram formadas apenas por gentios – seguiam sendo influenciadas pela visão judaizante daqueles que eram considerados como as “colunas do evangelho” (Gálatas 2:9), mas que não passavam de propagadores do Antigo Pacto.
O Evangelho da Graça foi dado a Paulo JUSTAMENTE para que houvesse um RENOVO NA MENTE das ovelhas de Deus, que precisavam saber da proscrição do Antigo Pacto e, consequentemente, entender com plenitude o que Jesus Cristo havia feito de fato na cruz (entendimento este que, certamente, não viria por meio de Pedro, Tiago e João). Daí os conflitos de visões entre Paulo e os demais apóstolos tão evidentes na Bíblia, mas que o sistema religioso cristão insiste em negar.
Apesar do acordo que foi feito entre Paulo e os demais apóstolos (Gálatas 2:7-9), as igrejas – inclusive as que eram formadas apenas por gentios – seguiam sendo influenciadas pela visão judaizante daqueles que eram considerados como as “colunas do evangelho” (Gálatas 2:9), mas que não passavam de propagadores do Antigo Pacto.
O Evangelho da Graça foi dado a Paulo JUSTAMENTE para que houvesse um RENOVO NA MENTE das ovelhas de Deus, que precisavam saber da proscrição do Antigo Pacto e, consequentemente, entender com plenitude o que Jesus Cristo havia feito de fato na cruz (entendimento este que, certamente, não viria por meio de Pedro, Tiago e João). Daí os conflitos de visões entre Paulo e os demais apóstolos tão evidentes na Bíblia, mas que o sistema religioso cristão insiste em negar.
A igreja dos romanos era híbrida; isto é, ela era formada de crentes em
Jesus tanto judeus quanto gentios. Devido à influência dos judaizantes,
aquela igreja ainda não tinha alcançado toda revelação da Graça. Isto
pode ser notado por meio do conteúdo da carta Aos Romanos, onde Paulo
procura com afinco fazer o povo entender o fato de estarmos mortos ao
pecado (caps. 5 e 6), entender a realidade de pertencermos ao Cristo
ressuscitado e não ao Nazareno (o “marido morto” – cap. 7), entender a
eleição e a predestinação (caps. 8, 9, 10 e 11) etc. Faltava muito ainda
para que aquela congregação chegasse à plenitude do conhecimento de
Cristo. Ou seja, os irmãos romanos da época de Paulo precisavam renovar a
mente deles. Não por acaso, já chegando ao fim de sua epístola, Paulo
lança a seguinte palavra àquela igreja:
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E vos conformeis este mundo, mas transformai-vos pela RENOVAÇÃO DO VOSSO ENTENDIMENTO, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:1-2)
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E vos conformeis este mundo, mas transformai-vos pela RENOVAÇÃO DO VOSSO ENTENDIMENTO, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:1-2)
No texto acima Paulo convida os romanos a renovarem a sua mente,
cultuando a Deus com o entendimento, oferecendo-lhe o verdadeiro
sacrifício do Novo Pacto que é a oblação de nossa mente ao Senhor.
A boa, agradável e perfeita vontade do Eterno é a Sua Graça. E só a experimenta e vive por ela quem já foi transformado e teve o seu entendimento renovado pela Palavra revelada a Paulo!
O que a Igreja atual precisa (e quando digo Igreja não estou me referindo a denominações, mas à totalidade dos eleitos) é exatamente o que precisava a congregação dos romanos: A RENOVAÇÃO DA MENTE.
Porém, infelizmente, devido aos anos (séculos!) de religiosidade, o povo se nega a oferecer a sua mente a Deus e prefere seguir cumprindo os seus rituais inúteis que nada acrescentam ao seu crescimento (Hebreus 9:9).
A função do Evangelho da Graça hoje é a mesma da época de Paulo: renovar o entendimento das ovelhas. Por isso, este novo advento da Palavra da Graça no mundo nas últimas décadas é o agir de Deus contra a religião, a fim de que os eleitos sejam totalmente livres.
A boa, agradável e perfeita vontade do Eterno é a Sua Graça. E só a experimenta e vive por ela quem já foi transformado e teve o seu entendimento renovado pela Palavra revelada a Paulo!
O que a Igreja atual precisa (e quando digo Igreja não estou me referindo a denominações, mas à totalidade dos eleitos) é exatamente o que precisava a congregação dos romanos: A RENOVAÇÃO DA MENTE.
Porém, infelizmente, devido aos anos (séculos!) de religiosidade, o povo se nega a oferecer a sua mente a Deus e prefere seguir cumprindo os seus rituais inúteis que nada acrescentam ao seu crescimento (Hebreus 9:9).
A função do Evangelho da Graça hoje é a mesma da época de Paulo: renovar o entendimento das ovelhas. Por isso, este novo advento da Palavra da Graça no mundo nas últimas décadas é o agir de Deus contra a religião, a fim de que os eleitos sejam totalmente livres.
Se você, leitor(a), ainda não procurou se aprofundar e entender a Graça
de Deus, não perca mais tempo e não tenha medo: o Evangelho que
defendemos, ao contrário do que muitos dizem, não é uma heresia criada
ultimamente para vivermos “de qualquer maneira”. Ao contrário. A Palavra
da Graça é o RENOVO que a mente do povo de Deus precisa para reinar em
vida e viver o que nosso Pai tem de melhor para nós.